Mas tá um tal de aparecer Joana e João aqui que só vendo. Bueno, joões atraem joões (e joanas, espero).
Joana, legal que você me achou. Demorou, hein!
João, o “Solidão” tá indo muito lentamente, mas não desistirei dele. Depois de publicar aqueles 5 livros iniciais num intervalo de 5 anos, descobri que me tornei um autor lento. Ou os livros é que se tornaram mais longos. Ou minhas idéias é que se tornaram mais curtas (mais provável). Enfim. Tá indo. OBRIGADO POR PERGUNTAR.
Sou um CASO sério, Bia. Mas é justamente isso que me dá uma vergonhazinha nessa entrevista. Citações demais. Empedernimento. E esqueci de raspar a cabeça.
Muito boa a entrevista, Joca. Você não tem do que se envergonhar. A leitura também foi ótima. Aliás, o programa parece uma espécie de Ensaio literário. Gostei.
Tens minha solidariedade no caso do sucesso/infâmia poética junto às pobres crianças paulistas entregue a um governo, no mínimo, confuso.
Que isso sirva ao menos para se falar sobre poesia/literatura.
O problema é esse: o poema irônico nao é adequado á faixa de idade para a qual o livro foi enviado. Mesmo os adolescentes, por serem pessoas em formação, nao possuem ainda a maturidade suficiente para ler seus poemas. A sua poesia sendo parte do acervo dos livros do PNLD foi um acinte à inteligencia dos pais e à capacidade de escolha dos professores. A escola é um ambiente de formação, queiram ou nao, todo o ambiente escolar é formador. Quando o professor pede a leitura de um texto, seja poema ou prosa, ele está querendo um retorno, essa leitura tem um sentido. Ela nao é vazia. A leitura para crianças devem conter o belo, o maravilhoso, e levá-los a trabalhar as suas angústias, e a partir dessa angústias adquirir experiência para a vida. Mesmo lendo algo como um conto de fadas, ou uma história de bruxas, a criança lida com seus medos e aprende a dominá-los.
Não ame, estupre, não mame, não seja efeminado, esse livro é repleto de maus exemplos e de preconceitos, justo agora, que a ewcola tem lutado para erradicar o preconceito nas escolas. Vc usou nome próprios, quando, esses nomes que vc usou podem pertencer a alunos de uma sala, e a partir daí criar problemas para tais alunos, que passariam a ser alvos de piadas.
O professor estudou para ser professor, e educação é coisa séria, não é xingando que você vai resolver seu problema. Escrever para crianças não é brincadeira. É algo seríssimo. É mais sério do que escrever para adultos.
Fiquei triste por nao encontrar mais meu hotel preferido na blogosfera, mas aqui esta voce, de endereço novo! maravilha. abraços
Mas tá um tal de aparecer Joana e João aqui que só vendo. Bueno, joões atraem joões (e joanas, espero).
Joana, legal que você me achou. Demorou, hein!
João, o “Solidão” tá indo muito lentamente, mas não desistirei dele. Depois de publicar aqueles 5 livros iniciais num intervalo de 5 anos, descobri que me tornei um autor lento. Ou os livros é que se tornaram mais longos. Ou minhas idéias é que se tornaram mais curtas (mais provável). Enfim. Tá indo. OBRIGADO POR PERGUNTAR.
Ei, Joca, dê notícias do Solidão segundo o astronauta.
Abraço.
Que bom encontrar um espaço teu aqui na blogosfera! Vou fazer a ponte lá no blog p’ra eu voltar sempre.
Legal, apareça sempre, Bruna.
não achei nenhum motivo pro putz-sem-comentários, tá legal a entrevista. e, ô: você é mó sério, né? beijo
Sou um CASO sério, Bia. Mas é justamente isso que me dá uma vergonhazinha nessa entrevista. Citações demais. Empedernimento. E esqueci de raspar a cabeça.
Bem bacana!
Dedos tamborilando na espera pelas impressões do astronauta!
Enquanto isso, vou ver o vídeo NOVAMENTE.
Beijos
Os meus dedos é que deveriam tamborilar no teclado, mas não tamborilam, Márcia. Bloqueio geral, tem remédio?
opa joca, vim aqui pra te convidar pro sarau do burro, espaço de livre experimentção para poesia, segue o link: http://www.flickr.com/photos/solaeacomediadavidaseca/3552065993/ seria uma honra sua presença.
Muito boa a entrevista, Joca. Você não tem do que se envergonhar. A leitura também foi ótima. Aliás, o programa parece uma espécie de Ensaio literário. Gostei.
Abraço.
oi joca,
bom conhecer esse blogue e a você também, meu companheiro de papel de de vez em quando aos sábados.
gostei muito.
beijo.
eae Mr Terron,
Hey, o CUtural foi de propósito?
Tens minha solidariedade no caso do sucesso/infâmia poética junto às pobres crianças paulistas entregue a um governo, no mínimo, confuso.
Que isso sirva ao menos para se falar sobre poesia/literatura.
Abs
: )
Deveriam dar ênfase a falta de educação no Brasil, e não ao conteúdo do poema
Nem os jornalistas sabem interpretar poesia irônica, pra vc ver como a coisa tá braba hehe
O problema é esse: o poema irônico nao é adequado á faixa de idade para a qual o livro foi enviado. Mesmo os adolescentes, por serem pessoas em formação, nao possuem ainda a maturidade suficiente para ler seus poemas. A sua poesia sendo parte do acervo dos livros do PNLD foi um acinte à inteligencia dos pais e à capacidade de escolha dos professores. A escola é um ambiente de formação, queiram ou nao, todo o ambiente escolar é formador. Quando o professor pede a leitura de um texto, seja poema ou prosa, ele está querendo um retorno, essa leitura tem um sentido. Ela nao é vazia. A leitura para crianças devem conter o belo, o maravilhoso, e levá-los a trabalhar as suas angústias, e a partir dessa angústias adquirir experiência para a vida. Mesmo lendo algo como um conto de fadas, ou uma história de bruxas, a criança lida com seus medos e aprende a dominá-los.
Não ame, estupre, não mame, não seja efeminado, esse livro é repleto de maus exemplos e de preconceitos, justo agora, que a ewcola tem lutado para erradicar o preconceito nas escolas. Vc usou nome próprios, quando, esses nomes que vc usou podem pertencer a alunos de uma sala, e a partir daí criar problemas para tais alunos, que passariam a ser alvos de piadas.
O professor estudou para ser professor, e educação é coisa séria, não é xingando que você vai resolver seu problema. Escrever para crianças não é brincadeira. É algo seríssimo. É mais sério do que escrever para adultos.
Muito bom o depoimento. Se o tema fosse Deus e você um depoente, puxa!, acho que acreditaria no dízimo.