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[ Um depoimento concedido ao Itaú Cutural em novembro de 2004. Putz. Sem comentários. ]

16 Respostas para “* * *”


  1. 1 joana Maio 21, 2009 às 11:09 am

    Fiquei triste por nao encontrar mais meu hotel preferido na blogosfera, mas aqui esta voce, de endereço novo! maravilha. abraços

    • 2 jocareinersterron Maio 21, 2009 às 3:52 pm

      Mas tá um tal de aparecer Joana e João aqui que só vendo. Bueno, joões atraem joões (e joanas, espero).

      Joana, legal que você me achou. Demorou, hein!

      João, o “Solidão” tá indo muito lentamente, mas não desistirei dele. Depois de publicar aqueles 5 livros iniciais num intervalo de 5 anos, descobri que me tornei um autor lento. Ou os livros é que se tornaram mais longos. Ou minhas idéias é que se tornaram mais curtas (mais provável). Enfim. Tá indo. OBRIGADO POR PERGUNTAR.

  2. 3 João Maio 21, 2009 às 3:33 pm

    Ei, Joca, dê notícias do Solidão segundo o astronauta.
    Abraço.

  3. 4 Bruna Maio 21, 2009 às 6:23 pm

    Que bom encontrar um espaço teu aqui na blogosfera! Vou fazer a ponte lá no blog p’ra eu voltar sempre.

  4. 6 Bia Maio 21, 2009 às 6:24 pm

    não achei nenhum motivo pro putz-sem-comentários, tá legal a entrevista. e, ô: você é mó sério, né? beijo

    • 7 jocareinersterron Maio 22, 2009 às 1:32 pm

      Sou um CASO sério, Bia. Mas é justamente isso que me dá uma vergonhazinha nessa entrevista. Citações demais. Empedernimento. E esqueci de raspar a cabeça.

  5. 8 Márcia Maio 21, 2009 às 8:57 pm

    Bem bacana!
    Dedos tamborilando na espera pelas impressões do astronauta!
    Enquanto isso, vou ver o vídeo NOVAMENTE.

    Beijos

  6. 10 danielminchoni Maio 23, 2009 às 12:01 pm

    opa joca, vim aqui pra te convidar pro sarau do burro, espaço de livre experimentção para poesia, segue o link: http://www.flickr.com/photos/solaeacomediadavidaseca/3552065993/ seria uma honra sua presença.

  7. 11 Bruno M. Oliveira Maio 23, 2009 às 4:05 pm

    Muito boa a entrevista, Joca. Você não tem do que se envergonhar. A leitura também foi ótima. Aliás, o programa parece uma espécie de Ensaio literário. Gostei.

    Abraço.

  8. 12 noemi Maio 23, 2009 às 10:49 pm

    oi joca,
    bom conhecer esse blogue e a você também, meu companheiro de papel de de vez em quando aos sábados.
    gostei muito.
    beijo.

  9. 13 interaubis Maio 28, 2009 às 10:09 pm

    eae Mr Terron,
    Hey, o CUtural foi de propósito?

    Tens minha solidariedade no caso do sucesso/infâmia poética junto às pobres crianças paulistas entregue a um governo, no mínimo, confuso.
    Que isso sirva ao menos para se falar sobre poesia/literatura.

    Abs
    : )

  10. 14 Diego Maio 30, 2009 às 4:41 am

    Deveriam dar ênfase a falta de educação no Brasil, e não ao conteúdo do poema

    Nem os jornalistas sabem interpretar poesia irônica, pra vc ver como a coisa tá braba hehe

  11. 15 Juliana Pires Junho 9, 2009 às 8:49 pm

    O problema é esse: o poema irônico nao é adequado á faixa de idade para a qual o livro foi enviado. Mesmo os adolescentes, por serem pessoas em formação, nao possuem ainda a maturidade suficiente para ler seus poemas. A sua poesia sendo parte do acervo dos livros do PNLD foi um acinte à inteligencia dos pais e à capacidade de escolha dos professores. A escola é um ambiente de formação, queiram ou nao, todo o ambiente escolar é formador. Quando o professor pede a leitura de um texto, seja poema ou prosa, ele está querendo um retorno, essa leitura tem um sentido. Ela nao é vazia. A leitura para crianças devem conter o belo, o maravilhoso, e levá-los a trabalhar as suas angústias, e a partir dessa angústias adquirir experiência para a vida. Mesmo lendo algo como um conto de fadas, ou uma história de bruxas, a criança lida com seus medos e aprende a dominá-los.
    Não ame, estupre, não mame, não seja efeminado, esse livro é repleto de maus exemplos e de preconceitos, justo agora, que a ewcola tem lutado para erradicar o preconceito nas escolas. Vc usou nome próprios, quando, esses nomes que vc usou podem pertencer a alunos de uma sala, e a partir daí criar problemas para tais alunos, que passariam a ser alvos de piadas.
    O professor estudou para ser professor, e educação é coisa séria, não é xingando que você vai resolver seu problema. Escrever para crianças não é brincadeira. É algo seríssimo. É mais sério do que escrever para adultos.

  12. 16 Pimenta Junho 24, 2009 às 4:31 pm

    Muito bom o depoimento. Se o tema fosse Deus e você um depoente, puxa!, acho que acreditaria no dízimo.


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