a f i c ç ã o v i d a

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[ Um depoimento concedido ao Itaú Cutural em novembro de 2004. Putz. Sem comentários. ]

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16 comentários sobre “* * *

    • jocareinersterron disse:

      Mas tá um tal de aparecer Joana e João aqui que só vendo. Bueno, joões atraem joões (e joanas, espero).

      Joana, legal que você me achou. Demorou, hein!

      João, o “Solidão” tá indo muito lentamente, mas não desistirei dele. Depois de publicar aqueles 5 livros iniciais num intervalo de 5 anos, descobri que me tornei um autor lento. Ou os livros é que se tornaram mais longos. Ou minhas idéias é que se tornaram mais curtas (mais provável). Enfim. Tá indo. OBRIGADO POR PERGUNTAR.

    • jocareinersterron disse:

      Sou um CASO sério, Bia. Mas é justamente isso que me dá uma vergonhazinha nessa entrevista. Citações demais. Empedernimento. E esqueci de raspar a cabeça.

  1. interaubis disse:

    eae Mr Terron,
    Hey, o CUtural foi de propósito?

    Tens minha solidariedade no caso do sucesso/infâmia poética junto às pobres crianças paulistas entregue a um governo, no mínimo, confuso.
    Que isso sirva ao menos para se falar sobre poesia/literatura.

    Abs
    : )

  2. Deveriam dar ênfase a falta de educação no Brasil, e não ao conteúdo do poema

    Nem os jornalistas sabem interpretar poesia irônica, pra vc ver como a coisa tá braba hehe

  3. Juliana Pires disse:

    O problema é esse: o poema irônico nao é adequado á faixa de idade para a qual o livro foi enviado. Mesmo os adolescentes, por serem pessoas em formação, nao possuem ainda a maturidade suficiente para ler seus poemas. A sua poesia sendo parte do acervo dos livros do PNLD foi um acinte à inteligencia dos pais e à capacidade de escolha dos professores. A escola é um ambiente de formação, queiram ou nao, todo o ambiente escolar é formador. Quando o professor pede a leitura de um texto, seja poema ou prosa, ele está querendo um retorno, essa leitura tem um sentido. Ela nao é vazia. A leitura para crianças devem conter o belo, o maravilhoso, e levá-los a trabalhar as suas angústias, e a partir dessa angústias adquirir experiência para a vida. Mesmo lendo algo como um conto de fadas, ou uma história de bruxas, a criança lida com seus medos e aprende a dominá-los.
    Não ame, estupre, não mame, não seja efeminado, esse livro é repleto de maus exemplos e de preconceitos, justo agora, que a ewcola tem lutado para erradicar o preconceito nas escolas. Vc usou nome próprios, quando, esses nomes que vc usou podem pertencer a alunos de uma sala, e a partir daí criar problemas para tais alunos, que passariam a ser alvos de piadas.
    O professor estudou para ser professor, e educação é coisa séria, não é xingando que você vai resolver seu problema. Escrever para crianças não é brincadeira. É algo seríssimo. É mais sério do que escrever para adultos.

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