a l h u r e s

* * *

Goya, povoado plano.

Um cão, um merceeiro no umbral de uma loja. Um caminhão vermelho. Sem comentários. Incapacidade de glosá-los. As coisas aqui são como são.

[ Entrada do “Diario argentino” de Witold Grombowicz. Não é curiosa a semelhança com certo poema de William Carlos Williams? ]

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